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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Cresce a demanda por cursos de radialismo comunitário



Um dos problemas enfrentados pelos comunicadores comunitários que trabalham em Radcom é a dificuldade para obter conhecimento das técnicas relacionadas com a atividade de radiodifusão. Os cursos de comunicação nas universidades não abrangem em sua grade curricular o tema “radialismo comunitário” e as informações específicas sobre essa atividade comunicacional, nova no país, já que o serviço de radcom foi legalizado há apenas 15 anos.

As associações que congregam essas rádios também não se preocupam em formar os comunicadores, abrindo campo para aventureiros que vendem cursos, geralmente pela internet, com “dicas para radialistas e locutores e o seu papel na comunidade”. Por apenas R$ 50 reais, a pessoa pode se inscrever online em um desses cursos, com carga horária de dez horas e conteúdo programático vago e suspeito.

A Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária no Estado da Paraíba (Abraço/PB) tentou firmar convênio com escola pública federal para formar profissionais em radiodifusão comunitária com habilitação para o Registro Profissional (DRT), mas o projeto não avançou por vários motivos.