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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

DESABAFO/ Leitor critica atuação das rádios comunitárias


Rádio Livre Capivara do Rio de Janeiro. Para leitor, as rádios livres são imunes à picaretagem política;/religiosa


Senhores redatores:

A Rádio Comunitária Araçá de Mari pode até estar nas mãos de representantes de políticos profissionais, mas isso é a praxe nessas rádios. Quando não é rádio de igreja católica ou protestante, é usada como meio de vida para alguns ou comitê eleitoral.

A Abraço deveria fazer uma campanha para moralizar essas rádios, levando às comunidades as informações sobre o que é uma emissora de gestão pública e como influenciar na vida dessas rádios de baixa potência.

Mas, infelizmente, a própria ABRAÇO é um ninho do PT. Seus dirigentes são prepostos de políticos, por isso não têm moral nenhuma para assumir essa crítica do uso das rádios comunitárias para fins políticos partidários.

Rádio é usada por político local para fazer propaganda eleitoral e criticar adversários. Isso é a realidade. Em Juru, a rádio é do ex-prefeito que a usa para chegar ao poder. Em Cruz dos Espírito Santo, um ex-prefeito conseguiu a concessão de radcom. Seu adversário botou outra rádio no ar, enganando o povo ao dizer que era rádio comunitária.

Enfim, o mapa das rádios comunitárias mostra que esse segmento é comprometido com as piores práticas da politicagem e do desserviço à verdadeira cultura.

As verdadeiras rádios a serviço da liberdade e do novo são as rádios livres. O resto é rádio “Jovem Pan” de fundo de quintal, alto-falante politiqueiro, difusora de igreja  ou caixa de som para evacuar música de péssima qualidade. Com as exceções de praxe.

Jonas Elias Figueiredo