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quinta-feira, 1 de março de 2012

JOÃO PESSOA/PB:


Estelizabel defende a comunicação alternativa

A pré-candidata à prefeitura de João Pessoa, Estelizabel Bezerra (PSB), participou no dia 26 de fevereiro da inauguração da Rádio “Paraíba Web”, em seu estúdio, no centro da capital.

Na ocasião Estelizabel parabenizou a iniciativa dos comunicadores e enalteceu o aspecto da organização da comunicação alternativa. Segundo ela, “o governo socialista acredita que a comunicação oriunda das bases é a mais consistente, pois tem origem no dia-a-dia do povo,
fortalecendo sua identidade cultural e sua auto-estima”.

Estelizabel, que foi entrevistada pelos apresentadores Francisco Alves, Juarez Neto e Fernando Coutinho, lembrou que em sua visão existem três cidades na João Pessoa: a de ontem, a de hoje e a do futuro. “A João Pessoa de ontem não reconhecia o que era do povo, não investia no crescimento da cidade e era manchete das páginas policiais; a de hoje, é uma cidade republicana, em que os recursos próprios aparecem e viram obras para a população, e, a João Pessoa do
futuro, será uma cidade ainda mais generosa e mais justa, produzindo riquezas e distribuindo-as socialmente, preservando a natureza e crescendo de forma equilibrada”, disse.

O apresentador Francisco Alves, que é presidente da APRAC – Associação Paraibana de Rádios Alternativas à Cabo, lembrou a importância das rádios alternativas, citando o caso das enchentes e desmoronamentos no Rio de Janeiro, onde uma catástrofe maior foi evitada graças ao serviço de rádio alternativa, que de forma rápida alertou aos habitantes que puderam evacuar as áreas de risco.

Ao final da entrevista, a pré-candidata aproveitou a oportunidade para pontuar algumas idéias básicas de sua ação na área de comunicação alternativa, destacando uma linha de crédito própria para o setor, o incentivo institucional que incluiu o marco legal, uma política de capacitação dos agentes envolvidos e a ampliação da função social destes veículos. “Todos os veículos de comunicação devem ter seus espaços, mas é preciso criar nos bairros – onde moram as pessoas essa cumplicidade entre a comunidade e os serviços públicos ali existentes, tendo as rádios alternativas e comunitárias essa papel social”, concluiu.