Rádio Web

terça-feira, 28 de maio de 2019

Jornalista fará palestra sobre experiência da Zumbi em seminário de Folkcomunicação



Dalmo Oliveira relata ineditismo de radiofonia online comunitária

Oliveira: Mestre em Comunicação pela UFPE
O coordenador de conteúdos da Rádio Zumbi Web, jornalista Dalmo Oliveira, participa no próximo dia 07/06, de uma mesa-redonda que vai discutir o "Papel da Mídia Regional no Fortalecimento dos Festejos Juninos das Comunidades". A palestra vai ocorrer dentro da programação do SEMINÁRIO OS FESTEJOS JUNINOS NO CONTEXTO DA FOLKCOMUNICAÇÃO E DA CULTURA POPULAR, que ocorrerá no Auditório 2 da Central de Integração Acadêmica, no campus da UEPB, em Campina Grande.

sábado, 25 de maio de 2019

“Alô comunidade” entrevista forrozeiro Geovane Júnior



O programa “Alô comunidade” recebe neste sábado, 25, o forrozeiro campinense Geovane Júnior para um debate sobre a matriz do forró e nossas tradições nordestinas.

Geovane Júnior começou sua carreira em 1989. É radialista e produtor de espetáculos baseados na música regional.

 “Alô comunidade” é produzido pela Rádio Comunitária Zumbi e transmitido pela Rádio Tabajara da Paraíba AM (1.110 KHZ), em parceria com doze rádios comunitárias do Brasil e da América do Sul. Direção de Dalmo Oliveira e apresentação de Fábio Mozart.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Câmara aprova cinco novas rádios comunitárias no Maranhão


A Comissão de Ciência e Tecnologia Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados autorizou a concessão de cinco novas rádios comunitárias para o estado do Maranhão. Primeiro vice-presidente da Comissão, o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB-MA) foi o relator de dois dos projetos e se empenhou pela aprovação das emissoras, por entender que as rádios comunitárias prestam um grande serviço a toda população.

Durante reunião da Comissão, o parlamentar destacou a importância das rádios comunitárias para os municípios e pequenas cidades na divulgação de pautas locais. Márcio Jerry também frisou a importância da democratização da mídia, processo no qual as rádios comunitárias têm papel fundamental.
RELAÇÃO DAS RÁDIOS APROVADAS PELA COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA CÂMARA:

• Associação de Radiodifusão Comunitária Rio Itapecuru e Alpercatas da Região de Mirador – Maranhão (Radial). Município de Mirador.
• Associação Comunitária Amapaense de Comunicação. Município de Amapá do Maranhão.
• Associação Beneficente Recanto Canaã. Município de São Luís.
• Associação Comunidade Nova Tufilândia. Município de Tufilândia.
• Associação de Radiodifusão Comunitária de Estiva. Município de São Luís.


Jornal Pequeno

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Deputado vai solicitar audiência para debater papel de rádios comunitárias



O papel desempenhado pelas rádios comunitárias deverá ser tema de audiência pública na Câmara dos Deputados. O pedido, feito pelo vice-líder do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry (MA), durante reunião da Comissão de Ciência, Tecnologia e Informática (CCTCI) que discutiu os desafios e soluções da radiodifusão brasileira nesta quarta-feira (22), deverá ser formalizado junto à Casa Legislativa ainda esta semana.

De acordo com o parlamentar, o intuito é fomentar o debate em torno do potencial cidadão destes veículos. "Considero este um dos mais importantes e estruturantes avanços do processo democrático da comunicação derivada de uma movimentação social", disse ele. Para o deputado, com as mudanças institucionais que vêm sendo debatidas no âmbito do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, uma janela de oportunidades deve se abrir para abordar o tema, permitindo que se estude mais a fundo o impacto dessas rádios para a reafirmação do regime democrático.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Justiça determina celeridade à análise de pedidos de funcionamento de rádios comunitárias na Baixada Fluminense


Em ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF), a Justiça determinou, em liminar, que no prazo de 120 dias sejam concluídas as apreciações dos pedidos de regularização do funcionamento das rádios comunitárias da Baixada Fluminense. Na decisão, foi determinada ainda que sejam analisados eventuais novos pedidos no prazo máximo de 12 meses.

A decisão, proferida pelo juiz federal substituto Marcio Santoro Rocha, considerou que a demora das apreciações do Ministério das Comunicações é injustificada e vai de encontro à garantia constitucional prevista no art. 5º, LXXVIII, da Constituição Federal, que assegura a todos, no âmbito judicial e administrativo, a razoável duração de um processo. “Dessa forma, “a conduta omissiva da administração, sem justificativas relevantes, afronta direito do administrado à razoável duração do processo administrativo e, em decorrência, o princípio da eficiência, estando, portanto, sujeita a omissão do Estado ao controle do Poder Judiciário, que tem o dever de preservar lesões ou ameaça a direitos”, afirmou.

Segundo o procurador Julio José Araujo Junior, autor da ação, “essa violação, em consequência, causou grandes danos à sociedade, que, em virtude da morosidade injustificada na apreciação dos processos administrativos, acaba privada do serviço de radiodifusão comunitária, o qual tem enorme valor cultural e social, sendo revestido de caráter essencial ao cotidiano de determinadas comunidades”.

Entenda o caso – Em dezembro de 2018, o MPF moveu ação civil pública para que o Ministério das Comunicação e atue com maior rapidez na conclusão dos processos de avaliação das regularizações das concessões.

Após instauração de inquérito civil público, o MPF apurou que ocorre ilegal e excessivo atraso do Ministério das Comunicações na apreciação dos pedidos de autorização para funcionamento de rádios comunitárias, e que a Administração Pública não tinha estimativa de tempo médio de análise desses processos, além de não realizar o processo de outorga de forma eficiente e transparente.

A atuação partiu de uma representação encaminhada ao MPF pela Associação de Rádio Comunitária São Judas Tadeu, sediada em Duque de Caxias (RJ). A Associação relatou excessiva demora na apreciação dos processos que visam à concessão de outorga para instalação e funcionamento das rádios comunitárias. Desde 2002, a associação tentava, sem sucesso, obter autorização para o funcionamento.

FONTE: www.mpf.mp.br

terça-feira, 14 de maio de 2019

alo comunidade NINI SOARES

 



Nesta edição Fabio Mozart entrevista a jornalista Nini Soares,

presidenta da Associação Cultural Zé da Luz.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

MULTIMISTURA, baluarte da gozação anarquista na rádio web da Paraíba, completa três anos



Nesses três anos tivemos dez ouvintes fiéis. É igual a torcida do Auto Esporte: dá pra contar nos dedos. É normal quatro amigos se reunirem semanalmente numa mesa de bar, aliás, num estúdio improvisado, pra fazer um programa de rádio web que ninguém escuta? Chegamos a um consenso e criamos essa frase filosófica arretada: o importante não é perder ou ganhar, o que vale é empatar e sair pra prorrogação com mais uma saideira. O bom é falar besteira sem ninguém policiar, sem medo de ser feliz ou idiota. Isso é que é terapia, o resto é curandeirismo de Madame Preciosa, nossa madrinha sexual oculta.
O bocó que votou no Bolsonaro não escuta o MUTIMISTURA. Outro que nos rejeita: o mentecapto falsamente moralista e o politicamente correto. Nosso patrono é Ameba, uma espécie de canalha do bem, aquele que cunhou essa frase canalha: “no Brasil, quem não é canalha na véspera é canalha no dia seguinte”.
O MULTIMISTURA rola na Rádio Zumbi, Rádio Cuiá, Rádio DiarioPB e Tribuna do Vale. Todo dia tem reprise às 12 horas. Nossa sessão de gravação só acontece uma vez por semana. É como disse meu amigo Alexandre Dumas, um pinguço francês metido a escritor: “Prefiro os canalhas aos imbecis. Pelo menos os canalhas descansam de vez em quando”.